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Moisés Alves, coordenador da Editora Pública e Ana Paula Vieira e Souza, professora e pesquisadora da UFPA
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Destinado a professores, educadores, pais e ao público em geral interessados na questão do trabalho infantil, o livro ?Trabalho infantil: uma análise do discurso de crianças e de adolescentes da Amazônia paraense em condição de trabalho?, da professora e pesquisadora Ana Paula Vieira e Souza foi entregue à autora nesta terça-feira (19), na Imprensa Oficial do Estado Pará (Ioepa), pela Editora Pública Dalcídio Jurandir.
Moisés Alves, coordenador da editora, explicou que o livro faz parte da linha editorial de parcerias interinstitucionais e produções científicas, mantida pela Ioepa. ?Para nós, da Ioepa, é uma satisfação entregar esse livro. Vamos disponibilizar o estande da Imprensa Oficial do Estado para o lançamento dessa obra, na Feira Pan-Amazônica do Livro e das Multivozes deste ano?, disse. E complementou: ?A editora pública fez todo o trabalho de editoração, que compreende projeto gráfico e a impressão de 300 exemplares do livro?, acrescentou Moisés Alves. A Editora Pública Dalcídio Jurandir, segundo o seu coordenador, irá lançar ainda este ano seis obras em parceria com o Centro de Educação da Universidade do Estado do Pará (Uepa), a partir do Edital da Uepa de publicações científicas.
Ana Paula Vieira e Souza é doutora em Educação, na linha de políticas públicas educacionais. A pesquisadora e professora da Universidade Federal do Pará (UFPA), afirmou que o livro ?Trabalho infantil: uma análise do discurso de crianças e de adolescentes da Amazônia paraense em condição de trabalho? é resultado da tese de doutoramento defendida por ela em 2014, na UFPA, na área de Educação. ?O livro se destina a um público amplo, desde professores da rede básica de educação até o ensino superior e para as famílias. O principal aspecto abordado na pesquisa é como o trabalho infantil é um fenômeno social que nega o direito de crianças e adolescentes a viverem plenamente a sua infância. O trabalho infantil ?rouba? a infância de crianças e adolescente, tirando-lhes a oportunidade e o direito de estudar, brincar e viver plenamente esse período tão importante da vida?, opinou a autora.
Texto: Ailson Braga
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